terça-feira, 12 de novembro de 2013

Conversa Matinal

Inês: Estou nervosa com os testes que vamos receber.
Eu: Não vale a pena, agora já não podes mudar nada.
Inês: Mas se eu tiver má nota, já sei que me ralhas.
Eu: Claro, ralho e ficas de castigo.
Inês: Era muito bom, se as mães não ralhassem quando os filhos têm más notas.
Eu: Isso não existe.
Inês: Existe sim....longe, mas existe

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Moda Low Cost II

Sábado, fui à venda de garagem das minhas amigas Timóteas, na verdade não era uma garagem, longe disso, mas a ideia era a mesma, vender as coisas que temos em casa, neste caso roupas e acessórios, que já não usamos, mas estão em muito bom estado.

Que grande ideia,  uma forma inteligente de ganhar dinheiro e arranjar espaço livre nos roupeiros. E nós, as que compramos, saímos de lá com a certeza que fizemos bons negócios.


Aqui está uma amostra, também vieram uns iguais em vermelho, a 10€ cada, ah pois é....






Gosto Muito II - botins





 Betty London DOODI Camel
Spartoo
79€

Ossos

A Inês anda a estudar os ossos, no outro  magoou-se e disse:

 - Aiiiiiiiiiiiiii, aleijei-me no ilíaco e no sacro.

ahahahah

Vá aprender, ou recordar, não ocupa lugar.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Bom Fim de Semana

Há lá maneira melhor de acabar a semana, do que ir ao e-mail pessoal, logo pela fresca e encontrar isto:


Inês Félix 
20:19 


es a melhor mae do mundo


Bom fim de semana :)

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Violência Doméstica

No meu prédio mora uma mãe e um filho, que  terá entre os 35 e 40 anos.
Filho aparentemente normal, como qualquer homem da sua idade, não fosse a primeira má impressão que transmite, com uma extrema falta de educação e seria só mais um vizinho.
Inicialmente achei que era uma besta, muito mal educado, daqueles que não segura a porta quando nos estamos a aproximar, não pede licença, não cumprimenta. Pelo contrário, empurra quem estiver na frente, bate com a porta do prédio ou do elevador a quem vier a seguir.
Depois percebi, que o homem têm problemas psicológicos, vive com a mãe, que será a única pessoa que o ama e que não o consegue abandonar.
Ontem pela segunda vez (que eu tivesse assistido), tiveram de chamar a polícia, estava a agredir a mãe…mais uma vez.
Encontrei-a, à entrada do prédio, chorosa à espera que chegasse a polícia, e lá chegou, e lá o levou, algemado…mais uma vez.
E eu fico a pensar naquela mãe e na cruz que lhe calhou e imagino o que lhe irá na cabeça e no coração.
Ela é mãe e ele é filho e ela deve amá-lo, apesar de tudo. Deve ter pena dele, porque não tem mais ninguém, e pena dela porque não vê nenhuma saída.
Porquê eu? Porquê a mim? Devem ser perguntas que já fez mil vezes e para as quais não encontrou respostas.
Não sei há quantos anos será esta a vida daquela mãe, mas provavelmente será esta a sua vida  até morrer, ou até acontecer uma tragédia, a um dos dois.
Uma vida de medo, de pena e de angústia.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Honra by Olivier





No outro dia fui almoçar ao Honra by Olivier.

Comemos o menú executivo, do qual faz parte entrada, prato (no dia tinha 4 à escolha), bebida, sobremesa e café e custa cerca de 19€.

Não me pareceu nada mal, temos a ideia os restaurantes  da moda e dos chefs, são sempre caríssimos e que só lá poderemos ir em ocasiões realmente especiais.
Ora aqui está uma boa oportunidade de comer bem, num restaurante muito giro, por um preço perfeitamente aceitável.

A única coisa que têm de rever é o atendimento, fomos atendidos por 4 ou 5 empregados diferentes e alguns a fazerem as mesmas perguntas que os colegas tinham acabado de fazer.

Vá organizem-se lá, que uma pessoa não gosta de dizer a mesma coisa a 5 empregados diferentes...todos muito simpáticos, é verdade, mas torna-se cansativo.